quinta-feira, 10 de julho de 2014
Parto Domiciliar Natural na Tradição
PARTO DOMICILIAR NATURAL NA TRADIÇÃO
Por Suely Carvalho, Parteira Tradicional.
É quase explicar o óbvio. Mas se faz necessário colocar à luz da opinião pública o que é exatamente o parto natural domiciliar na tradição.
Desde que a humanidade existe uma mulher gesta e pari e outra mulher ajuda executando uma ordem das suas entranhas para estar junto disponível, confiante, oferecendo os auxílios dos saberes dos povos originários; chás, rezas, organização espacial e a inclusão de todos os presentes com funções de apoio e assim nasciam as pessoas desde milhares de anos.
O parto domiciliar na tradição é um evento que iniciou meses antes. Após a notícia da gravidez, o primeiro passo é definir que tipo de parto deseja.
A assistência ao parto no Brasil tem várias tendências:
- O parto domiciliar natural com parteira na tradição, plantas medicinais, remédios naturais e ritualizações culturais energéticas e espirituais.
- O parto humanizado geralmente é no hospital, mas também pode se realizar na casa incluindo equipamentos hospitalares e medicina alopata;
- O parto com analgesia (anestesia) no hospital ;
-A cesariana que lamentavelmente e equivocadamente foi popularizada como uma opção de parto de acordo com a vontade da mulher, ou a disponibilidade do médico.
Para cada tendência existe uma prática própria de acompanhamento e preparação para o parto.
O parto na tradição das parteiras ancestrais tem características completamente diferentes das demais, não temos semelhanças, justo por isso não se pode comparar. Para estarmos com a gestante no parto é necessário conhecermo-nos integrarmos ela, o companheiro e a família na roda de casais grávidos que semanalmente se reúne para trocar experiências informações e acompanhamento da gestação.
Uma vez ou mais ao mês consulta individual e com o casal. O pré-natal do sistema de saúde também acompanha apenas para constar nos dados epidemiológicos e acaso haja necessidade de intervenção medicamentosa ou cirúrgica.
Agregamos diferentes terapias naturais para ajudar na gestação, parto e pós-parto mas o principal trabalho é a autoajuda a abertura da consciência o empoderamento e apropriação dos direitos constituídos e ajudar revisar conceitos e paradigmas. Com ajuda de terapias holísticas e atendimento psicológico se necessário trabalhamos os traumas, tabus, dificuldades familiares conjugais, sexualidade, gênero.
Tudo o que for necessário para chegar ao parto confiante, segura, determinada, com saúde e feliz.
No trabalho de parto a equipe; parteira na tradição, parteira aprendiz e doulas se preparam de acordo com os rituais pessoais. Na casa é feita uma harmonização do ambiente. Além dos cuidados básicos com a gestante usamos elementos e práticas holísticas, reverenciando ancestrais e o rito de passagem de nascimento, celebrando a vida e o sagrado feminino.
O bebê é recebido num ambiente de serenidade com cantos e energização, entendemos o nascimento como a materialização da luz. Reverenciamos a placenta, entidade energética e cuidadora.
A Organização Mundial de Saúde afirma que de 100% dos partos, 90% são absolutamente normais não necessitam de nenhuma intervenção (Fortaleza-BR 1986) a essa declaração se junta também o fato de que gravidez e parto não é doença.
Gestar e parir são uma ação fisiológica do corpo feminino e nascer é um ato divino.
Por Suely Carvalho, Parteira Tradicional.
É quase explicar o óbvio. Mas se faz necessário colocar à luz da opinião pública o que é exatamente o parto natural domiciliar na tradição.
Desde que a humanidade existe uma mulher gesta e pari e outra mulher ajuda executando uma ordem das suas entranhas para estar junto disponível, confiante, oferecendo os auxílios dos saberes dos povos originários; chás, rezas, organização espacial e a inclusão de todos os presentes com funções de apoio e assim nasciam as pessoas desde milhares de anos.
O parto domiciliar na tradição é um evento que iniciou meses antes. Após a notícia da gravidez, o primeiro passo é definir que tipo de parto deseja.
A assistência ao parto no Brasil tem várias tendências:
- O parto domiciliar natural com parteira na tradição, plantas medicinais, remédios naturais e ritualizações culturais energéticas e espirituais.
- O parto humanizado geralmente é no hospital, mas também pode se realizar na casa incluindo equipamentos hospitalares e medicina alopata;
- O parto com analgesia (anestesia) no hospital ;
-A cesariana que lamentavelmente e equivocadamente foi popularizada como uma opção de parto de acordo com a vontade da mulher, ou a disponibilidade do médico.
Para cada tendência existe uma prática própria de acompanhamento e preparação para o parto.
O parto na tradição das parteiras ancestrais tem características completamente diferentes das demais, não temos semelhanças, justo por isso não se pode comparar. Para estarmos com a gestante no parto é necessário conhecermo-nos integrarmos ela, o companheiro e a família na roda de casais grávidos que semanalmente se reúne para trocar experiências informações e acompanhamento da gestação.
Uma vez ou mais ao mês consulta individual e com o casal. O pré-natal do sistema de saúde também acompanha apenas para constar nos dados epidemiológicos e acaso haja necessidade de intervenção medicamentosa ou cirúrgica.
Agregamos diferentes terapias naturais para ajudar na gestação, parto e pós-parto mas o principal trabalho é a autoajuda a abertura da consciência o empoderamento e apropriação dos direitos constituídos e ajudar revisar conceitos e paradigmas. Com ajuda de terapias holísticas e atendimento psicológico se necessário trabalhamos os traumas, tabus, dificuldades familiares conjugais, sexualidade, gênero.
Tudo o que for necessário para chegar ao parto confiante, segura, determinada, com saúde e feliz.
No trabalho de parto a equipe; parteira na tradição, parteira aprendiz e doulas se preparam de acordo com os rituais pessoais. Na casa é feita uma harmonização do ambiente. Além dos cuidados básicos com a gestante usamos elementos e práticas holísticas, reverenciando ancestrais e o rito de passagem de nascimento, celebrando a vida e o sagrado feminino.
O bebê é recebido num ambiente de serenidade com cantos e energização, entendemos o nascimento como a materialização da luz. Reverenciamos a placenta, entidade energética e cuidadora.
A Organização Mundial de Saúde afirma que de 100% dos partos, 90% são absolutamente normais não necessitam de nenhuma intervenção (Fortaleza-BR 1986) a essa declaração se junta também o fato de que gravidez e parto não é doença.
Gestar e parir são uma ação fisiológica do corpo feminino e nascer é um ato divino.
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