O Espaço Materno, em parceria com um casal muito querido que frequentou nosso espaço e contribui de forma significativa para a conscientização de uma gestação, parto e pós parto saudáveis, comercializa bercinho para lateral da cama, ideal para os primeiros meses de vida do bebê.
É produzido sob encomenda, com medidas personalizadas de acordo com a altura de cada cama, adaptável a necessidade de cada pessoa. Produto artesanal, muito bem feito e ótima qualidade.
Encomendas ou informações pelo espacomaternojundiai@gmail.com ou 11 96474 2090 com Thiana.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Bercinho para lateral da cama
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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Grupo de Estudo Semanal - Sagrado Feminino
NOVIDADE!
A partir de MARÇO o Espaço Materno traz o Grupo Mimosa Flor para grupo de estudo semanal sobre o Sagrado Feminino.
O QUE É O GRUPO DE ESTUDOS:
O grupo de estudo semanal é um grupo pequeno, que pretende formar uma base de apoio para aprofundarmos nas questões pertinentes semana a semana. Um grupo de estudos é fundamental para quem busca empreender curas e transformações em sua vida, pois nos dá a estrutura e a proximidade necessária para que a intimidade floresça, e é nessa relação entre as participantes do grupo que os espelhamentos e compartilhamentos tornam as mudanças necessárias em algo sólido e factível.
QUEM PODE PARTICIPAR:
Todas as mulheres que buscam auto-conhecimento e aprofundamento nas suas questões femininas.
QUANDO:
Grupo mensal, toda quarta feira das 20h as 22h.
O grupo terá uma mensalidade.
FACILITADORAS:
JULIANA VERGUEIRO
Mestre em Antropologia Social (UNICAMP), fundadora e cantora da dupla de música infantil Encantoré e
praticante-aprendiz da metodologia de autoconhecimento do Trabalho do Caminho (Pathwork).
A busca pelo meu feminino sagrado nasceu com a redescoberta da minha menstruação, assim que conheci o coletor menstrual e descobri que meu sangue não era sujo e descartável, mas uma substância rica e misteriosa, uma parte sagrada e muito sábia de mim mesma. Desde então, meu amor próprio cresceu e também meu amor pelas mulheres. Me tornei uma divulgadora de tudo que aprendia com meu próprio corpo e meus ciclos. Em 2008 fizemos o primeiro círculo de mulheres com a finalidade de compartilhar nossas vivências, e o projeto da Tenda Vermelha continua amadurecendo e despertando a Deusa interna de toda mulher que compõe essa roda. Eterna caminhante e o eterno e infinito caminho!
ANDRÉA QUIRINO
Sou mulher, mãe e companheira. Já sofri cesáreas e já pari em casa para lavar a alma. Já atravessei pós-
partos diversos e me desmanchei para me refazer. Focalizo círculo de mulheres e sou aprendiz do sagrado feminino. Estou realizando o Trabalho do Caminho (Pathwork).
Já tive muitas experiências profissionais e também me formei em biologia (PUC-CAMPINAS), sou mestre em recursos florestais (ESALQ/USP), especialista em formação de educadores ambientais, ensinando sobre nossa Mãe Terra (UNICAMP) e doutora em ciência ambiental (USP).
MIMOSA FLOR
A partir de MARÇO o Espaço Materno traz o Grupo Mimosa Flor para grupo de estudo semanal sobre o Sagrado Feminino.
O QUE É O GRUPO DE ESTUDOS:
O grupo de estudo semanal é um grupo pequeno, que pretende formar uma base de apoio para aprofundarmos nas questões pertinentes semana a semana. Um grupo de estudos é fundamental para quem busca empreender curas e transformações em sua vida, pois nos dá a estrutura e a proximidade necessária para que a intimidade floresça, e é nessa relação entre as participantes do grupo que os espelhamentos e compartilhamentos tornam as mudanças necessárias em algo sólido e factível.
QUEM PODE PARTICIPAR:
Todas as mulheres que buscam auto-conhecimento e aprofundamento nas suas questões femininas.
QUANDO:
Grupo mensal, toda quarta feira das 20h as 22h.
O grupo terá uma mensalidade.
FACILITADORAS:
JULIANA VERGUEIRO
Mestre em Antropologia Social (UNICAMP), fundadora e cantora da dupla de música infantil Encantoré e
praticante-aprendiz da metodologia de autoconhecimento do Trabalho do Caminho (Pathwork).
A busca pelo meu feminino sagrado nasceu com a redescoberta da minha menstruação, assim que conheci o coletor menstrual e descobri que meu sangue não era sujo e descartável, mas uma substância rica e misteriosa, uma parte sagrada e muito sábia de mim mesma. Desde então, meu amor próprio cresceu e também meu amor pelas mulheres. Me tornei uma divulgadora de tudo que aprendia com meu próprio corpo e meus ciclos. Em 2008 fizemos o primeiro círculo de mulheres com a finalidade de compartilhar nossas vivências, e o projeto da Tenda Vermelha continua amadurecendo e despertando a Deusa interna de toda mulher que compõe essa roda. Eterna caminhante e o eterno e infinito caminho!
ANDRÉA QUIRINO
Sou mulher, mãe e companheira. Já sofri cesáreas e já pari em casa para lavar a alma. Já atravessei pós-
partos diversos e me desmanchei para me refazer. Focalizo círculo de mulheres e sou aprendiz do sagrado feminino. Estou realizando o Trabalho do Caminho (Pathwork).
Já tive muitas experiências profissionais e também me formei em biologia (PUC-CAMPINAS), sou mestre em recursos florestais (ESALQ/USP), especialista em formação de educadores ambientais, ensinando sobre nossa Mãe Terra (UNICAMP) e doutora em ciência ambiental (USP).
MIMOSA FLOR
Juliana e Andréa são idealizadoras da Mimosa Flor: www.mimosaflor.com, com sede em Campinas.
MIMOSA FLOR é um projeto idealizado por mulheres e para mulheres, com o objetivo de criar tempo e espaço para a cura do feminino, oferecido a toda mulher que escolher dar um passo em direção a si mesma, ao seu centro interior, com coragem e sensibilidade. Esse projeto se desdobra em três formatos: a Tenda Vermelha (círculo sagrado de mulheres), o aconselhamento individual e workshops.
O que move esse projeto é o compartilhar nos círculos de mulheres, no encontro de olhares e histórias de vida que se articulam e se costuram, formando um novo caminho por onde podemos seguir de forma mais íntegra e com maior auto-governo, na construção de nossa realidade pessoal.
A abordagem desse trabalho passa por assuntos que compõem o ser mulher hoje, nesse lugar e nesse tempo. Há que se falar com amor da experiência de ter ciclos, como menstruar e ficar fértil, das experiências como a menarca e a menopausa, e da sexualidade, que pode incluir parto e amamentação.
A consciência de si própria, superando a alienação do próprio corpo, dos próprios ciclos e, sobretudo, dos próprios sentimentos, são parte fundamental desse projeto. Estudar a si mesma pela observação de como nos relacionamos com os outros seres humanos, para nos conhecermos melhor e, assim, podermos escolher dar o melhor de nós para a vida, também é parte desse trabalho.
O projeto Mimosa Flor é um 'espaço' de cura do feminino que resgata a sabedoria dos círculos de mulheres e as partilhas dos saberes ancestrais (e também atuais) para se viver nesse Planeta Terra como mulher. Quando mulheres estão em círculo, uma poderosa experiência é vivida, e nos tornamos guardiãs das histórias compartilhadas. É se curar dando de si e ouvindo, e esse ouvir chega no profundo silêncio interno como um bálsamo regenerador.
É a partir dessa abordagem que as focalizadoras/facilitadoras Andréa Quirino de Luca e Juliana Vergueiro realizam seus trabalhos sobre o feminino, como uma forma de resgatar essa experiência do compartilhar, do ser ouvida, acolhida, compreendida, pois não estamos sós, mas estamos em rede, ligadas ao mesmo útero ancestral.
Diminuir a distância entre as mulheres, aumentar a comunicação e proporcionar o encontro verdadeiro é re-encontrar a força que há no ser mulher e nessa sagrada conexão entre mulheres.
INSCRIÇÕES:
espacomaternojundiai@gmail.com ou 11 96474 2090, com Thiana
Parto Domiciliar da Thaís, nascimento do Henrique
DOMINGO 08/02/14 FOI O DIA DA CHEGADA DO HENRIQUE
Thais tem uma história legal!
Ela chegou em Jundiaí em 2011 grávida de 35 semanas.
Me procurou para ser a Doula dela, procuramos um médico que pudesse atender o nascimento de sua filha no hospital. Thais buscava um parto natural hospitalar. Com 37 semanas encontramos o médico que a acompanharia. Era minha primeira doulagem. Tudo deu certo e foi incrível!!!
O Dr Pedro respeitou as vontades dela e teve muitas consequencias dentro do hospital, por ter enfrentado os protocolos e respeitado o nascimento natural no quarto. O que fez também com que ele mudasse suas práticas ao longo desses anos e hoje já acompanhou inúmeros partos naturais.
Nesse dia nascia uma mãe, um bebê, uma doula e um médico humanizado em Jundiaí.
Em 2013 Thais gerou seu segundo filho e novamente me procurou. Agora o plano era o parto domiciliar.
Procurou equipes e encontrou a que mais gostou. Foi acompanhada durante a gestação pelas parteiras e pelo mesmo médico, que ficou de plano B. No caso de alguma necessidade dela ser encaminhada para ter seu bb no hospital, ele a receberia. Não foi preciso. Thais pariu rápida e lindamente sei filho Henrique em casa, na água, ao lado do seu marido e filha. Foi emocionante demais!!!
Thais frequentou o Espaço Materno durante toda a gestação, fez yoga, participou das rodas, se informou, se fortaleceu, se encheu de confiança e vivenciou tudo como queria. Para mim, poder acompanhá-la pela segunda vez, um presente.
Parabéns Thais, Wellington, Gigi! Que a família seja ainda mais feliz com a chegada do Henrique.!!
Parabéns a equipe de parteiras Maira, Priscila e Mariana! Parabéns Juliana Galante pela determinação de assistir seu primeiro parto, gerando a Malu!!!
Muitas alegrias a todos!!!!
Thiana | Doula
Thais tem uma história legal!
Ela chegou em Jundiaí em 2011 grávida de 35 semanas.
Me procurou para ser a Doula dela, procuramos um médico que pudesse atender o nascimento de sua filha no hospital. Thais buscava um parto natural hospitalar. Com 37 semanas encontramos o médico que a acompanharia. Era minha primeira doulagem. Tudo deu certo e foi incrível!!!
O Dr Pedro respeitou as vontades dela e teve muitas consequencias dentro do hospital, por ter enfrentado os protocolos e respeitado o nascimento natural no quarto. O que fez também com que ele mudasse suas práticas ao longo desses anos e hoje já acompanhou inúmeros partos naturais.
Nesse dia nascia uma mãe, um bebê, uma doula e um médico humanizado em Jundiaí.
Procurou equipes e encontrou a que mais gostou. Foi acompanhada durante a gestação pelas parteiras e pelo mesmo médico, que ficou de plano B. No caso de alguma necessidade dela ser encaminhada para ter seu bb no hospital, ele a receberia. Não foi preciso. Thais pariu rápida e lindamente sei filho Henrique em casa, na água, ao lado do seu marido e filha. Foi emocionante demais!!!
Thais frequentou o Espaço Materno durante toda a gestação, fez yoga, participou das rodas, se informou, se fortaleceu, se encheu de confiança e vivenciou tudo como queria. Para mim, poder acompanhá-la pela segunda vez, um presente.
Parabéns Thais, Wellington, Gigi! Que a família seja ainda mais feliz com a chegada do Henrique.!!
Parabéns a equipe de parteiras Maira, Priscila e Mariana! Parabéns Juliana Galante pela determinação de assistir seu primeiro parto, gerando a Malu!!!
Muitas alegrias a todos!!!!
Thiana | Doula
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Curso de Shantala - Massagem em bebês
Nesse final de semana, dia 08/02, aconteceu mais um delicioso curso de Shantala com a querida Priscila Castanho do Abraço Materno.
Muitos pais e bebês foram iniciados nessa prática de massagear e amar!!!
O próximo será dia 07/06. Até lá!
Muitos pais e bebês foram iniciados nessa prática de massagear e amar!!!
O próximo será dia 07/06. Até lá!
Saiba de todas as atividades que oferecemos em:
www.espacomaternojundiai.com.br
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Relatos de Parto
Michele Negri conta suas experiências de parto cesariana e parto domiciliar
Como Doula, esse foi meu terceiro parto. Michele me procurou no início da gestação do Davi, seu segundo filho e combinamos que eu estaria com ela. Muitas questões se passaram até que ela chegasse a decisão de ter seu filho em casa. Ela conta mais!
Marcela Molk conta seu parto domiciliar
Marcela chegou até mim antes mesmo de engravidar, quando ainda planejava. Por saber do cenário obstétrico do Brasil, ela acabava de chegar da Áustria, foi logo procurando informações e profissionais para poderem acompanhá-la na jornada do parto natural. Ela conta mais!
Acesse e conheça outras histórias:
www.respeitoaonascimento.com.br
Como Doula, esse foi meu terceiro parto. Michele me procurou no início da gestação do Davi, seu segundo filho e combinamos que eu estaria com ela. Muitas questões se passaram até que ela chegasse a decisão de ter seu filho em casa. Ela conta mais!
Marcela Molk conta seu parto domiciliar
Marcela chegou até mim antes mesmo de engravidar, quando ainda planejava. Por saber do cenário obstétrico do Brasil, ela acabava de chegar da Áustria, foi logo procurando informações e profissionais para poderem acompanhá-la na jornada do parto natural. Ela conta mais!
Acesse e conheça outras histórias:
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Fases do Trabalho de parto
PRIMEIRO PERÍODO: Dilatação do colo do útero
Quando o bebê está pronto para nascer, ele libera um hormônio para a corrente sanguínea da mãe e se iniciam as contrações. A Individualidade, no momento apropriado, envia os impulsos que chegam ao corpo físico e determinam o início das contrações uterinas.
O primeiro período se inicia quando as contrações uterinas estão rítmicas e termina quando a dilatação do colo do útero está completa. Nas mulheres de primeiro filho ocorre primeiro o apagamento/afinamento do colo do útero e em seguida a dilatação. Nas mães com mais de um filho, o apagamento/afinamento e a dilatação ocorrem simultaneamente.
Diversos estudos, científicos e fenomenológicos, comprovam que as posições verticais são as melhores nessa fase. A parturiente só deveria ficar deitada de lado, como recomendam os médicos, para descansar. Nos intervalos, deveria caminhar para estimular o trabalho de parto. Banhos quentes e massagens nas costas (feitas pelos maridos ou doulas), ajudam a relaxar e a aliviar as dores das contrações. Essas massagens devem ser feitas de forma circular, no sentido horário, na região lombar, com óleo aromático (bétula ou camomila, por exemplo). A respiração durante as contrações deve ser lenta e profunda. Existe uma estreita relação entre o ritmo respiratório e o estado de espírito. Uma pessoa nervosa ou ansiosa respira rapidamente, ao contrário do ritmo mais lento próprio dos estados de calma e relaxamento.
A duração desse primeiro período é variável, podendo ser em média 24h para mães de primeira viagem. A dilatação completa-se com 10 cm e isso ocorre devido ao efeito de tração das fibras longitudinais do útero.
SEGUNDO PERÍODO: Descida do bebê
Quando a dilatação se completou, inicia-se a descida do bebê pelo canal vaginal, o chamado período expulsivo. Esse trecho da caminhada do bebê, em sua chegada ao mundo, é delicado e exige muita atenção e cautela da parteira ou médico. Para passar por esse canal, apertado e estreito, ele executa movimentos precisos de rotação e descida. As contrações ficam mais intensas e frequentes e a mulher sente vontade de fazer força. Se não ocorrerem outros comandos, naturalmente ela assume a posição vertical, para facilitar o nascimento.
A respiração durante esse período deve ser espontânea, seguindo o seu ritmo natural. Esquemas respiratórios pré-estabelecidos são de pouca utilidade na hora do parto, mostrando a experiência que a parturiente esquece de colocá-los em prática nessa hora.
TERCEIRO PERÍODO: Saída da placenta
Poucos minutos após o parto, a placenta se desprende e é eliminada da cavidade uterina por força de contrações que persistem após o nascimento do bebê. São contrações mais leves e espaçadas. Esse terceiro período, o secundamento, vai desde o nascimento até a saída da placenta. Numa cesariana, a placenta é tirada com a mão pelo obstetra, através de uma incisão uterina. No parto natural, ela sai espontaneamente. As vezes é necessária uma massagem suave no abdomen da mãe, a fim de estimular o útero a eliminar a placenta. Quando a placenta demora muito para se soltar, é realizada uma manobra manual simples e eficaz.
Fonte:
Gestação, Parto e Maternidade: uma visão holística
Emerson de Godoi Cordeiro Machado
PARTO: como passou a ser da medicina
Foi no século XVII que uma grande transformação ocorreu na obstetrícia: a introdução dos cirurgiões na assistência ao parto, pois ainda não existia a obstetrícia e a ginecologia como especialidade médica. A morte da nora de Maria de Médicis, duquesa de Montpensier, ao dar à luz, foi um evento determinante, e Louise Borgeois deixou de ser a parteira da família real. Madame de Montespan foi a primeira mulher a ser auxiliada por um homem no parto, ao dar à luz na presença de Julien Clement, que se tornou o primeiro cirurgião-parteiro.
O rei Luis XIV assistiu ao parto atrás de uma cortina. Houve uma reação quanto a presença masculina no parto, como a do catedrático Phillippe Hequet, que publicou um artigo sobre a "incidência dos homens que fazem o parto das mulheres".
Apesar de tudo, as burguesas logo quiseram seguir o exemplo da rainha, e a entrada do médico no quarto das parturientes foi acompanhada pelo ABANDONO PROGRESSIVO DO PARTO DE CÓCORAS, em benefício da cama.
Com o passar do tempo, os médicos assumiram cada vez mais o controle da assistência ao parto. Desabituados do acompanhamento de fenômenos fisiológicos, foram formados para intervir, resolver casos complicados e ditar ordens.
O parto então passou a ser visto como um evento cirúrgico, como um outro qualquer, e a parturiente, agora
chamada de "paciente", é tratada como uma doente e impedida de seguir seus instintos e adotar a posição mais cômoda e fisiológica. É a era do parto médico, no qual a mãe deixa de ser a figura mais importante da sala, cedendo lugar à equipe de médicos. Os papéis se invertem e o obstetra passa a ser o centro da cena, obrigando a parturiente a se deitar numa posição desconfortável, com as pernas suspensas. Ela agora é impedida de adotar a posição que acha mais confortável, violentada em seu direito básico de escolha e participação ativa no nascimento do próprio filho. As posições verticais, que ao longo dos milênios foram as mais usadas pelas mulheres em trabalho de parto, em todas as raças e culturas, lhes são negadas pelo obstetra. A "paciente" mal informada e indefesa num momento tão importante como o do nascimento, aceita passivamente essa condição submissa e entrega-se às ordens de um médico onipotente e autoritário. O princípio básico da medicina, "primeiro não ser nocivo", deixa de ser aplicado e a não observação de preceitos básicos de fisiologia obstétrica transformam o parto normal em um ato cirúrgico. O normal é confundido com o patológico, a pressa e a ansiedade tomam lugar da calma e da serenidade. A observação atenta dá lugar à intervenção sistemática e desnecessária.
(Fonte: Gestação, Parto e Maternidade: Uma visão holística - De Emerson de Godoi Cordeiro Machado)
O termo "parto humanizado" surgiu para dizer que é hora de abandonar essa forma de assistência ao parto. Quando o parto se tornou um evento médico, passou a ser tratado de forma "violenta" e depois de muitos e muitos anos, é necessário humanizar esse atendimento, ou seja, voltar a respeitar a fisiologia do parto, a mulher e o bebê. Diz que é preciso atender aos partos como sempre foram atendidos pelas parteiras. Mas ainda assim, se o parto é fisiológico e natural, para uma gravidez sem risco, o lugar certo para nascer não é no hospital e sim em casa, com parteira. Deixando o hospital e os médicos disponíveis para intervirem caso seja necessário.
Vale a pena uma reflexão sobre a forma como atualmente as mulheres escolhem o nascimento de seus filhos, bem como se é hora de refazer essas escolhas.
O "parto humanizado" se refere para quando é no hospital, pois em casa já é naturalmente respeitoso e humanizado.
Existem hospitais e médico atualmente que usam o termo "humanizado" para dizer que estão dispostos a serem menos invasivos e mais respeitosos em relação ao parto. Mas de qualquer forma, dentro do hospital, é menos provável que isso seja possível, devido a regras e procedimentos necessários dentro da instituição.
O parto domiciliar, atendido por parteiras, além de humanizado naturalmente, é seguro e respeitoso. A mulher é assistida integralmente em suas necessidades fisiológicas, emocionais e espirituais. Acolhida em seus medos, respeitada em suas escolhas e orientada quanto a evolução do trabalho de parto e estado de saúde do bebê por nascer. Além de ser uma vivência profunda e transformadora para a mulher, o bebê e toda a família.
Os partos em casa são atendidos por parteiras. Atualmente existem também enfermeiras e obstetrizes atendendo partos domiciliares. Primordialmente e essencialmente as Parteiras são preparadas e sempre atualizadas para cuidarem da gestação, do parto e maternidade como um todo.
Thiana | Doula
O rei Luis XIV assistiu ao parto atrás de uma cortina. Houve uma reação quanto a presença masculina no parto, como a do catedrático Phillippe Hequet, que publicou um artigo sobre a "incidência dos homens que fazem o parto das mulheres".
Apesar de tudo, as burguesas logo quiseram seguir o exemplo da rainha, e a entrada do médico no quarto das parturientes foi acompanhada pelo ABANDONO PROGRESSIVO DO PARTO DE CÓCORAS, em benefício da cama.
Com o passar do tempo, os médicos assumiram cada vez mais o controle da assistência ao parto. Desabituados do acompanhamento de fenômenos fisiológicos, foram formados para intervir, resolver casos complicados e ditar ordens.
O parto então passou a ser visto como um evento cirúrgico, como um outro qualquer, e a parturiente, agora
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| Parto Normal Hospitalar |
O termo "parto humanizado" surgiu para dizer que é hora de abandonar essa forma de assistência ao parto. Quando o parto se tornou um evento médico, passou a ser tratado de forma "violenta" e depois de muitos e muitos anos, é necessário humanizar esse atendimento, ou seja, voltar a respeitar a fisiologia do parto, a mulher e o bebê. Diz que é preciso atender aos partos como sempre foram atendidos pelas parteiras. Mas ainda assim, se o parto é fisiológico e natural, para uma gravidez sem risco, o lugar certo para nascer não é no hospital e sim em casa, com parteira. Deixando o hospital e os médicos disponíveis para intervirem caso seja necessário.
Vale a pena uma reflexão sobre a forma como atualmente as mulheres escolhem o nascimento de seus filhos, bem como se é hora de refazer essas escolhas.
O "parto humanizado" se refere para quando é no hospital, pois em casa já é naturalmente respeitoso e humanizado.
Existem hospitais e médico atualmente que usam o termo "humanizado" para dizer que estão dispostos a serem menos invasivos e mais respeitosos em relação ao parto. Mas de qualquer forma, dentro do hospital, é menos provável que isso seja possível, devido a regras e procedimentos necessários dentro da instituição.
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| Parteira Marcelly Carvalho, Parteira, alscutando o bebê no parto domiciliar |
O parto domiciliar, atendido por parteiras, além de humanizado naturalmente, é seguro e respeitoso. A mulher é assistida integralmente em suas necessidades fisiológicas, emocionais e espirituais. Acolhida em seus medos, respeitada em suas escolhas e orientada quanto a evolução do trabalho de parto e estado de saúde do bebê por nascer. Além de ser uma vivência profunda e transformadora para a mulher, o bebê e toda a família.
Os partos em casa são atendidos por parteiras. Atualmente existem também enfermeiras e obstetrizes atendendo partos domiciliares. Primordialmente e essencialmente as Parteiras são preparadas e sempre atualizadas para cuidarem da gestação, do parto e maternidade como um todo.
Thiana | Doula
Oração da Gestante
"Que essa criança possa ter toda a saúde, toda a beleza, a força e o desejo de ser útil aos seus semelhantes, na medida do permitido, e que o nosso oferecimento de fazer dela um ser bom e elevado, sem egoísmo, seja aceito. Que todas as mulheres grávidas possam receber o abrigo, o alimento e o apoio necessários".
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Tenda Vermelha
A TENDA VERMELHA é uma roda sagrada de mulheres, aberta à participação de todas que já tenham recebido sua menarca - sua primeira menstruação - e também das sábias mulheres que já entraram na menopausa.
Nesse encontro, buscamos o resgate do Feminino para uma vivência íntegra da sexualidade. São debates, partilhas e vivências em que abordamos assuntos pouco debatidos na sociedade, tendo como fio condutor a menstruação.
Aceitando nossa menstruação, podemos ter acesso a seus mistérios, poderes e ensinos sobre nós mesmas, temos a chance de mudar a chave da relação que estabelecemos com nosso ciclo, valorizando e honrando-o, ao invés de negá-lo, lutar contra ele e sofrer com isso.
Através de partilhas acerca da relação atual com a menstruação e das memórias da menarca, cada mulher tem a possibilidade de expressar a descoberta de seu corpo e a forma como este contato é vivenciado atualmente. O encontro incentiva cada uma das participantes ao auto-conhecimento, trabalha a auto-aceitação e a auto-estima, e tem como base a revelação de si para o grupo e para si mesma, num ambiente de respeito e acolhimento.
Nosso encontro desse mês foi no jardim, no entardecer, na transição da Lua Nova para a Lua Crescente. Um encontro especial..
É um encontro aberto para quem quiser conhecer... mulheres grávidas ou não, com ou sem filhos.
O próximo será em 05/03/14. Sejam bem vindas!
Thiana | Doula
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Yoga Mamãe Bebê
Nossa aula de Yoga Mamãe Bebê (Baby Yoga) proporciona troca de experiências sobre a maternidade, vínculo com o bebê, relaxamento, autoconhecimento, tranquilidade e um pós-parto mais suave.
Indicado para mães com bebês que buscam retornar a prática de atividades físicas e sociais, incluindo o bebê. Nas aulas a mãe faz a prática e o bebê a acompanha em algumas posturas, sempre respeitando o movimento do bebê. Se ele quiser dormir, mamar ou ficar no colo.. ele será respeitado e receberá o que pede. Enquanto vamos praticando e cuidando.
Nossa aula de ontem foi assim: doçura!
Indicado para mães com bebês que buscam retornar a prática de atividades físicas e sociais, incluindo o bebê. Nas aulas a mãe faz a prática e o bebê a acompanha em algumas posturas, sempre respeitando o movimento do bebê. Se ele quiser dormir, mamar ou ficar no colo.. ele será respeitado e receberá o que pede. Enquanto vamos praticando e cuidando.
Nossa aula de ontem foi assim: doçura!
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| Lado a lado, olho no ollho |
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| Amamentando, nutrindo |
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| Valentina recebendo massagem para finalizar esse momento |
Para saber mais sobre o Yoga Mamãe Bebê acesse:
www.espacomaternojundiai.com.br
Roda de Casais Grávidos e Gestantes
Nossa roda de ontem, 04/02/14 foi muito especial.
Contamos com a presença da nossa parceira e Parteira Camila Nogueira, para agregar ainda mais conhecimento a nosso encontro semanal.
Fizemos um lindo Ritual de Colo (Despedida da Barriga) de Thaís Pondaco Gonsales, que está esperando seu segundo filho, Henrique. Ela está com 39 semanas e planejando novamente o parto natural.
Ao final da roda as gestantes foram examinadas e receberam cuidados e orientações sobre a gestação, como é hábito na Tradição.
O trabalho em equipe é sempre mais gostoso e feliz!
Foi muito bom estar com vocês! Até a próxima semana!
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| Pai sentindo a cabeça do seu bebê |
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| 33 semanas, bebê cefálico e coração perfeito! |
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| Cecília toda do lado direito! |
Um abraço
Equipe Espaço Materno
Thiana | Doula
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
DICAS NATURAIS: Náuseas
Náuseas
Geralmente acontecem no início da gestação, muitas vezes vem acompanhada de cansaço e letargia em diversos horários do dia e normalmente desaparecem após os 3 primeiros meses de gestação.
Acredita-se que alguns fatores podem contribuir para o aparecimento: baixo nível de açucar no sangue, pressão baixa, mudanças hormonais, ambivalência emocional em relação a gravidez, alimentação deficiente em vitamina B6 e ferro, excesso de alimentos refinados, condimentados ou gordurosos e a pressão do útero em crescimento no estômago.
TRATAMENTO NATURAL
Camomila e inhame ajudam na digestão e possuem efeito sedativo.
Erva Cidreira e barba-de-bode trazem alívio.
TRATAMENTO PROFISSIONAL
Homeopatia, Acupuntura, Psicoterapia e Osteopatia Craniana: consulte um profissional
SUGESTÕES DE AUTO-AJUDA
Dicas naturais para alívio da náusea. Se uma forma não adiantar, busque outra.
Pratique respiração profunda, meditaçãoe Yoga. Tente caminhar ao ar livre todos os dias.
Analise as possíveis causas emocionais e procure ajuda se achar necessário, ou fale sobre seus sentimentos com alguém especializado.
Um lanche leve e rico em proteínas à noite, meia hora antes de dormir, ajuda a assegurar que o nível de açucar no sangue não caia muito durante a noite. Tente se lembrar de levantar devagar da cama e não ter pressa pela manhã.
Uma colher de chá de vinagre de maçã em um copo de água morna ao acordar em jejum pode ser útil.
Beber uma infusão de Gengibre ralado quando estiver enjoada pode trazer alívio.
Aumente a quantidade de alimentos ricos em ferro ou se não tiver apetite, pode-se usar como suplemento diário a vitamina B6.
HOMEOPATIA
Náusea Intensa: Nuxvomica 30C, Sépia 30C ou Ipecacuana 30C, 3x ao dia por 5 dias (parando antes se melhorar)
AROMATERAPIA
Óleo Essencial de Lavanda, Camomila e Rosas (juntos ou separados) como óleo de massagem ou colocar duas gotas em um lencinho e levar com você.
DICA
Ao acordar, sem se levantar, beba um chá de ervas digestivas com algumas bolachas de água e sal. Fique na cama por meia hora e levante devagar.. caminhe ao ar livre.. se alimente de 3 em 3 horas.
Fonte: Gravidez Natural - Janet Balaska)
Thiana | Doula
Geralmente acontecem no início da gestação, muitas vezes vem acompanhada de cansaço e letargia em diversos horários do dia e normalmente desaparecem após os 3 primeiros meses de gestação.
Acredita-se que alguns fatores podem contribuir para o aparecimento: baixo nível de açucar no sangue, pressão baixa, mudanças hormonais, ambivalência emocional em relação a gravidez, alimentação deficiente em vitamina B6 e ferro, excesso de alimentos refinados, condimentados ou gordurosos e a pressão do útero em crescimento no estômago.
TRATAMENTO NATURAL
Camomila e inhame ajudam na digestão e possuem efeito sedativo.
Erva Cidreira e barba-de-bode trazem alívio.
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SUGESTÕES DE AUTO-AJUDA
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Pratique respiração profunda, meditaçãoe Yoga. Tente caminhar ao ar livre todos os dias.
Analise as possíveis causas emocionais e procure ajuda se achar necessário, ou fale sobre seus sentimentos com alguém especializado.
Um lanche leve e rico em proteínas à noite, meia hora antes de dormir, ajuda a assegurar que o nível de açucar no sangue não caia muito durante a noite. Tente se lembrar de levantar devagar da cama e não ter pressa pela manhã.
Uma colher de chá de vinagre de maçã em um copo de água morna ao acordar em jejum pode ser útil.
Beber uma infusão de Gengibre ralado quando estiver enjoada pode trazer alívio.
Aumente a quantidade de alimentos ricos em ferro ou se não tiver apetite, pode-se usar como suplemento diário a vitamina B6.
HOMEOPATIA
Náusea Intensa: Nuxvomica 30C, Sépia 30C ou Ipecacuana 30C, 3x ao dia por 5 dias (parando antes se melhorar)
AROMATERAPIA
Óleo Essencial de Lavanda, Camomila e Rosas (juntos ou separados) como óleo de massagem ou colocar duas gotas em um lencinho e levar com você.
DICA
Ao acordar, sem se levantar, beba um chá de ervas digestivas com algumas bolachas de água e sal. Fique na cama por meia hora e levante devagar.. caminhe ao ar livre.. se alimente de 3 em 3 horas.
Fonte: Gravidez Natural - Janet Balaska)
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DICAS NATURAIS: Inchaço
INCHAÇOS (Edemas)
Em algumas mulheres, um pouco de inchaço é normal durante a gravidez e é causado pelo aumento geral do volume de líquido. Normalmente ocorre nos pés, canelas, tornozelos e dedos, algumas vezes no rosto. Ficar muito tempo em pé, o calor e o cansaço podem acentuá-lo.
É preciso ficar alerta caso o inchaço vier acompanhado de pressão alta e proteína na urina, pode ser sinal de pré-eclâmpsia e um médico precisa ser procurado.
PREVENÇÃO
Mantenha uma dieta balanceada e saudável, faça bastante exercício e beba muito líquido. Evite comer demais e fazer muito esforço, procure relaxar e dormir um pouco durante o dia.
HOMEOPATIA
Natrum mariaticum 6X, três vezes ao dia por no máximo uma semana. Se não aliviar, procure um homeopata.
DICAS
Coloque os pés para cima várias vezes ao dia e sente-se em vez de ficar de pé, sempre que possível.
Pratique Yoga, Caminhada e Respiração.
Complemente sua dieta com levedo de cerveja, alho, cebolas cruas, maçãs, uvas rosadas e suco de uva.
Drenagem linfática com uma especialista na gestação alivia e muito!
Fonte: Gravidez Natural - Janet Balaskas
Thiana | Doula
Em algumas mulheres, um pouco de inchaço é normal durante a gravidez e é causado pelo aumento geral do volume de líquido. Normalmente ocorre nos pés, canelas, tornozelos e dedos, algumas vezes no rosto. Ficar muito tempo em pé, o calor e o cansaço podem acentuá-lo.
É preciso ficar alerta caso o inchaço vier acompanhado de pressão alta e proteína na urina, pode ser sinal de pré-eclâmpsia e um médico precisa ser procurado.
PREVENÇÃO
Mantenha uma dieta balanceada e saudável, faça bastante exercício e beba muito líquido. Evite comer demais e fazer muito esforço, procure relaxar e dormir um pouco durante o dia.
HOMEOPATIA
Natrum mariaticum 6X, três vezes ao dia por no máximo uma semana. Se não aliviar, procure um homeopata.
DICAS
Coloque os pés para cima várias vezes ao dia e sente-se em vez de ficar de pé, sempre que possível.
Pratique Yoga, Caminhada e Respiração.
Complemente sua dieta com levedo de cerveja, alho, cebolas cruas, maçãs, uvas rosadas e suco de uva.
Drenagem linfática com uma especialista na gestação alivia e muito!
Fonte: Gravidez Natural - Janet Balaskas
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Lei do Acompanhante (pré-parto, parto e pós parto)
Toda mulher tem o direito de acompanhante no parto
Foi publicada no dia 19 de dezembro a Lei n. 12.895/2013, que altera a Lei n. 8.080/1990, a qual obriga os hospitais de todo País a manter, em local visível de suas dependências, o aviso referente ao direito da parturiente de ter um acompanhante durante todo trabalho de parto e pós-parto imediato.
Confira a lei:
DO SUBSISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DURANTE O TRABALHO DE PARTO, PARTO E PÓS-PARTO IMEDIATO
(Incluído pela Lei n. 11.108, de 2005)
Art. 19-J. Os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde – SUS, da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, de 1 (um) acompanhante durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato. (Incluído pela Lei n. 11.108, de 2005)
§ 1º – O acompanhante de que trata o caput deste artigo será indicado pela parturiente. (Incluído pela Lei n. 11.108, de 2005)
§ 2º – As ações destinadas a viabilizar o pleno exercício dos direitos de que trata este artigo constarão do regulamento da lei, a ser elaborado pelo órgão competente do Poder Executivo. (Incluído pela Lei n. 11.108, de 2005)
§ 3º – Ficam os hospitais de todo o País obrigados a manter, em local visível de suas dependências, aviso informando sobre o direito estabelecido no caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 12.895, de 2013)
Foi publicada no dia 19 de dezembro a Lei n. 12.895/2013, que altera a Lei n. 8.080/1990, a qual obriga os hospitais de todo País a manter, em local visível de suas dependências, o aviso referente ao direito da parturiente de ter um acompanhante durante todo trabalho de parto e pós-parto imediato.
Confira a lei:
DO SUBSISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DURANTE O TRABALHO DE PARTO, PARTO E PÓS-PARTO IMEDIATO
(Incluído pela Lei n. 11.108, de 2005)
Art. 19-J. Os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde – SUS, da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, de 1 (um) acompanhante durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato. (Incluído pela Lei n. 11.108, de 2005)
§ 1º – O acompanhante de que trata o caput deste artigo será indicado pela parturiente. (Incluído pela Lei n. 11.108, de 2005)
§ 2º – As ações destinadas a viabilizar o pleno exercício dos direitos de que trata este artigo constarão do regulamento da lei, a ser elaborado pelo órgão competente do Poder Executivo. (Incluído pela Lei n. 11.108, de 2005)
§ 3º – Ficam os hospitais de todo o País obrigados a manter, em local visível de suas dependências, aviso informando sobre o direito estabelecido no caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 12.895, de 2013)
O que é o Parto Natural?
O QUE É O PARTO NATURAL?
Quando um ser está sendo gerado dentro do ventre materno, ele está se preparando para o seu maior desafio que é sobreviver fora do ambiente seguro e quentinho em que foi gerado. O período gestacional é decisivo para sua saúde, pois é o momento em que todo o corpo físico está se desenvolvendo. O parto é uma etapa fundamental desse processo. O nascer faz parte da finalização de uma fase e início de outra fase. Como o parto vai acontecer tem muita influencia na saúde física e emocional desse ser que chega, para o resto da sua vida.
O parto natural não quer dizer somente a ausência de medicamentos. Não é coisa de índio. O parto natural quer dizer que a gestação será respeitada até o final, não será apressada ou finalizada antes da hora. E essa "hora certa de nascer" não é definida pelas semanas e nem pelo calendário conveniente dos pais ou do médico. Essa hora certa vai ser definida pelo bebê, que assim que estiver pronto libera um hormônio para a corrente sanguínea da mãe e o trabalho de parto se inicia. O parto natural quer dizer que todo esse tempo do final da gestação e trabalho de parto será respeitado e acompanhado sem ser apressado.
Quando uma mulher está sendo acompanhada para passar pelo parto natural, ela será monitorada e cuidada, será apoiada e incentivada a vivenciar essa experiência.
O termo parto humanizado é uma forma de dizer que a mãe e o bebê serão respeitados. Todos os partos deveriam ser humanizados, pois isso é o natural.
O parto natural tem muitos benefícios para a mãe, mas principalmente para o bebê. Quando ele está pronto para nascer, é ele quem vai trabalhar intensamente para vir ao mundo. Todo o seu corpo será estimulado a trabalhar e isso dará a ele muita vitalidade e saúde. Raramente um bebê precisa de "ajuda" para nascer. A cada 100 nascimentos, 95 são completamente saudáveis e não precisam de absolutamente nenhuma intervenção. Dos 5 que precisam de alguma intervenção, somente 2 em média é que precisam de uma conduta mais específica.
As intervenções que me refiro são: o sorinho (ocitocina), descolamento de bolsa, cesárea com 38/40 semanas, episiotomia e manobras como empurrar a barriga. Nada disso é necessário em todos os caso, somente em alguns muito específicos. A OMS (Organização Mundial da Saúde) não recomenda nada disso há décadas, mas ainda os hospitais e faculdades de medicina não se adequaram.
Atualmente no parto normal tradicional a mulher recebe todas essas intervenções durante o trabalho de parto, para que o bebê nasça em uma quantidade específica de horas e isso tudo influencia no estado em que o bebê vai nascer. Os bebês que não nascem bem não foi devido ao parto "normal" e sim devido ao número de intervenções que receberam durante o seu parto.
Existe um grande equívoco quando uma mulher opta por uma cirurgia para retirada do seu filho, pois querendo se prevenir de riscos, ela se coloca em uma situação em que corre mais riscos do que necessita e também coloca em risco a vida do seu filho. A cesariana é uma cirurgia de grande porte, devendo ser utilizada somente em casos de necessidade real. É para isso que ela existe: para salvar vidas.
O parto natural não tem contra indicação e não coloca nenhuma vida em risco, desde que monitorado e acompanhado. O parto natural pode também ser vivido dentro de um hospital. Digo isso pois existe uma confusão quanto ao parto natural / parto humanizado e parto domiciliar. São coisas distintas. Um parto domiciliar sempre é natural e sempre é humanizado.
Dentro do hospital nem sempre, mas é possível desde que o hospital tenha um olhar humano e não mecânico para o nascimento e a equipe médica seja a favor e acredite no parto natural. E claro, antes disso tudo, tem que ter sido uma escolha da mulher em passar por tudo isso de uma forma amorosa e respeitosa.
Por isso quando uma mulher tem a intenção de engravidar ou está grávida, ela carrega também a missão de se aprofundar nessas questões quanto ao parto e nascimento do seu filho. É de sua responsabilidade se informar sobre o que faz bem ou não faz bem para ela e para o bebê. É de sua responsabilidade escolher como seu filho será recebido nesse mundo. Nessa etapa ainda a responsabilidade é dela e não do médico. Depois de escolhido, a responsabilidade é compartilhada. Sempre é importante escolher com consciência.
Querer passar pelo parto hoje em dia não é algo comum, pois nos acostumamos com a praticidade de tudo. As mulheres que optam por vivenciar a experiência de trazer seu filho ao mundo de forma respeitosa, amorosa e natural enfrentam alguns desafios, mas uma mulher decidida nada impede e ela consegue tudo o que quer.
Caso você se interesse por saber mais sobre a experiência de trazer seu filho ao mundo de forma natural, nos encontramos todas as terças-feiras do ano as 19h30 aqui no Espaço Materno, quando acontecem as Rodas de Casais Grávidos e Gestantes. É um momento para se preparar com informações, experiências e confiança para vivenciar esse momento.
Thiana | Doula
Quando um ser está sendo gerado dentro do ventre materno, ele está se preparando para o seu maior desafio que é sobreviver fora do ambiente seguro e quentinho em que foi gerado. O período gestacional é decisivo para sua saúde, pois é o momento em que todo o corpo físico está se desenvolvendo. O parto é uma etapa fundamental desse processo. O nascer faz parte da finalização de uma fase e início de outra fase. Como o parto vai acontecer tem muita influencia na saúde física e emocional desse ser que chega, para o resto da sua vida.
O parto natural não quer dizer somente a ausência de medicamentos. Não é coisa de índio. O parto natural quer dizer que a gestação será respeitada até o final, não será apressada ou finalizada antes da hora. E essa "hora certa de nascer" não é definida pelas semanas e nem pelo calendário conveniente dos pais ou do médico. Essa hora certa vai ser definida pelo bebê, que assim que estiver pronto libera um hormônio para a corrente sanguínea da mãe e o trabalho de parto se inicia. O parto natural quer dizer que todo esse tempo do final da gestação e trabalho de parto será respeitado e acompanhado sem ser apressado.
Quando uma mulher está sendo acompanhada para passar pelo parto natural, ela será monitorada e cuidada, será apoiada e incentivada a vivenciar essa experiência.
O termo parto humanizado é uma forma de dizer que a mãe e o bebê serão respeitados. Todos os partos deveriam ser humanizados, pois isso é o natural.
O parto natural tem muitos benefícios para a mãe, mas principalmente para o bebê. Quando ele está pronto para nascer, é ele quem vai trabalhar intensamente para vir ao mundo. Todo o seu corpo será estimulado a trabalhar e isso dará a ele muita vitalidade e saúde. Raramente um bebê precisa de "ajuda" para nascer. A cada 100 nascimentos, 95 são completamente saudáveis e não precisam de absolutamente nenhuma intervenção. Dos 5 que precisam de alguma intervenção, somente 2 em média é que precisam de uma conduta mais específica.
As intervenções que me refiro são: o sorinho (ocitocina), descolamento de bolsa, cesárea com 38/40 semanas, episiotomia e manobras como empurrar a barriga. Nada disso é necessário em todos os caso, somente em alguns muito específicos. A OMS (Organização Mundial da Saúde) não recomenda nada disso há décadas, mas ainda os hospitais e faculdades de medicina não se adequaram.
Atualmente no parto normal tradicional a mulher recebe todas essas intervenções durante o trabalho de parto, para que o bebê nasça em uma quantidade específica de horas e isso tudo influencia no estado em que o bebê vai nascer. Os bebês que não nascem bem não foi devido ao parto "normal" e sim devido ao número de intervenções que receberam durante o seu parto.
Existe um grande equívoco quando uma mulher opta por uma cirurgia para retirada do seu filho, pois querendo se prevenir de riscos, ela se coloca em uma situação em que corre mais riscos do que necessita e também coloca em risco a vida do seu filho. A cesariana é uma cirurgia de grande porte, devendo ser utilizada somente em casos de necessidade real. É para isso que ela existe: para salvar vidas.
O parto natural não tem contra indicação e não coloca nenhuma vida em risco, desde que monitorado e acompanhado. O parto natural pode também ser vivido dentro de um hospital. Digo isso pois existe uma confusão quanto ao parto natural / parto humanizado e parto domiciliar. São coisas distintas. Um parto domiciliar sempre é natural e sempre é humanizado.
Dentro do hospital nem sempre, mas é possível desde que o hospital tenha um olhar humano e não mecânico para o nascimento e a equipe médica seja a favor e acredite no parto natural. E claro, antes disso tudo, tem que ter sido uma escolha da mulher em passar por tudo isso de uma forma amorosa e respeitosa.
Por isso quando uma mulher tem a intenção de engravidar ou está grávida, ela carrega também a missão de se aprofundar nessas questões quanto ao parto e nascimento do seu filho. É de sua responsabilidade se informar sobre o que faz bem ou não faz bem para ela e para o bebê. É de sua responsabilidade escolher como seu filho será recebido nesse mundo. Nessa etapa ainda a responsabilidade é dela e não do médico. Depois de escolhido, a responsabilidade é compartilhada. Sempre é importante escolher com consciência.
Querer passar pelo parto hoje em dia não é algo comum, pois nos acostumamos com a praticidade de tudo. As mulheres que optam por vivenciar a experiência de trazer seu filho ao mundo de forma respeitosa, amorosa e natural enfrentam alguns desafios, mas uma mulher decidida nada impede e ela consegue tudo o que quer.
Caso você se interesse por saber mais sobre a experiência de trazer seu filho ao mundo de forma natural, nos encontramos todas as terças-feiras do ano as 19h30 aqui no Espaço Materno, quando acontecem as Rodas de Casais Grávidos e Gestantes. É um momento para se preparar com informações, experiências e confiança para vivenciar esse momento.
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